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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
quinta-feira, 19 de junho de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Mãe
MÃE significa
O TUDO de cada um de NÓS,
A ÂNCORA que nos agarra para nos PROTEGER,
A que EDUCA e quer o MELHOR para cada um dos SEUS FILHOS,
A que AMA mesmo que não sejamos "PERFEITOS",
A que nos PERDOA porque ERRAMOS,
A que nos dá COLO quando nos PERDEMOS do caminho,
E está SEMPRE para NÓS, muitas vezes esquecendo-se DELA PRÓPRIA...
Foto: Mãe Lee
Texto: Muhipiti
domingo, 13 de abril de 2014
terça-feira, 21 de maio de 2013
O Forte do Zequinha
Só
quando o carro passou pela placa à beira da estrada é que percebi onde estava. Perto
de Elvas, sim, mas ainda mais perto de uma antiga história de família.
Importante fortificação, posteriormente convertida
em prisão militar, o Forte da Graça, era “O Forte” que acompanhava o “Zequinha”
na alcunha que o meu avô José ganhara logo nos primeiros anos de vida.
Subi
até ao imponente baluarte, e pela primeira vez senti as muralhas a que o Zequinha do Forte,
com apenas 3 ou 4 anos, se assomou, em periclitante equilíbrio, para ver um
ninho cheio de ovos de pássaro alojado numa fenda da amurada. Valeu-lhe um par
de mãos forte e os reflexos rápidos de um oficial que fazia a ronda.
Toda a
vida ouvi esta história, como se tivesse passado num local
virtual e incorpóreo. Uma singela lenda familiar que agora se enchia de vida e
dimensão.
A fortaleza está tristemente
em ruínas. Numa das casas construídas nos baluartes pentagonais viveram os meus bisavós. Entrei numa delas ao acaso. Vazia;
paredes forradas a cimento, tijolos em vez de janelas. É preciso
um esforço grande da imaginação para conceber que alguém aqui alguma vez morou,
trabalhou, criou uma família.
Património Mundial da
Unesco, o Forte da Graça está vetado ao abandono.
É arrepiante ver o estado a
que chegou um edifício que marcou a história do pais.
Assustadores são os boatos
de que poderá vir a ser vendido a um grupo empresarial chinês.....
Etiquetas:
Alentejo,
Elvas,
família,
história,
Património
sábado, 27 de outubro de 2012
O Nome da Rua
Ilustre família dos Macedo Pintos
Que em Tabuaço viveram
Militares, médicos distintos
Que esta vila acolheram
A Vila de Tabuaço
Pequenina mas tem graça
Tem um chafariz ao meio
Que dá de beber a quem passa
Texto: RGouveia (da Ilustre Família Macedo Pinto)
Foto: Tabuaço. Setembro 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Zorba no sapato
E eis que mais um douradinho entra na minha vida.
O meu "sobrinho" Zorba, the Golden!
Com três semanas de vida já dá mostras de um gosto requintado.
Foto: L.Costix. Lisboa, 25 de Agosto de 2012
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
1º Encontro Anual de Primos
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Cuidados de outros tempos
Passeando pelas ruas de Toulouse, descobrimos umas curiosas placas metálicas presas nas paredes dos prédios, ao lado das portas.
O que é? O que não é?
Alguém se lembrou (e muito bem) que seriam para limpar os sapatos e surgiu mais um momento Feetbook a la française.
Enquanto prosseguíamos caminho, surgiu, do fundo da minha memória, a recordação de ver algo semelhante ao lado da porta da casa dos meus avós. Lembrei-me de uma plaquinha metálica presa ao chão onde eu, em menina, gostava de esfregar os sapatinhos antes de entrar, mesmo que eles não estivessem sujos.
Ninguém se lembrava de ver tal coisa em Lisboa ou arredores. Para meu espanto, ali em Toulouse, também eu não me consegui lembrar se essa plaquinha ainda existia e se era comum na zona onde viviam os meus avós.
No regresso a casa, lá fui ver se a plaquinha ainda estava à porta do prédio onde ainda hoje mora a minha avó. E está! Ou, melhor, estão. São duas, uma de cada lado. Percorri a praceta e a rua adjacente, em busca de mais exemplares, mas em vão.
Ao comentar o estranho caso dos “limpa-pés” com a minha avó, fiquei ainda mais surpreendida. As duas que nos recebem à entrada, em semiobscuridade, foram mandadas fazer pelo meu avô, há mais de 40 anos, quando poucas eram as ruas já alcatroadas.
Uma recordação de família, passada para a nova geração.
Fotos: Muhipiti e Rutix.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Aqui há gato!...
Macavity's a mystery cat, he's called the hidden paw
For he's a master criminal who can defy the law
He's the bafflement of Scotland Yard, the Flying Squad's despair
For when they reach the scene of crime Macavity's not there!
Macavity, Macavity, there's no one like Macavity
He's broken every human law, he breaks the law of gravity
His powers of levitation would make a fakir stare
And when you reach the scene of crime Macavity's not there!
You may seek him in the basement, you may look up in the air
But I tell you once and once again Macavity's not there!
Texto: Macavity, the Mystery Cat. Cats, The Musical
domingo, 10 de julho de 2011
Últimos retoques
Antes da entrada em palco para mais uma emocionante actuação da bailarina Gabix, a sua coreógrafa e professora certifica-se de que tudo está em ordem para que o número de Cabaret corra na perfeição.
E correu!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Imaginação sobre rodas
Primeiro foi o:
- Ai, ai, ai!!!.... Tia, não me largues!
Agarrada a mim com as duas mãos, as unhas e, por pouco, também os dentes, a minha Princesa desliza periclitante com os patins novos calçados nos pés orgulhosos.
A criançada aprende depressa, é mais do que sabido, e bastam dez minutos para o deslizar da Gabix começar a deixar a tia sem fôlego.
É então que a imaginação se apodera da sua cabeça, como a velocidade tomara já conta dos pés. Agora, não somos tia e sobrinha numa aula de patinagem. Somos agentes secretas; personagens de uma qualquer série do Disney Channel. Descobrimos pistas em bancos de jardim, encontramos tesouros nas árvores e salvamos sereias no chafariz.
No fim, patina, veloz e confiante, a heroina. Na mão esquerda o meu dedo mindinho, na direita um imaginário telemóvel. Com ele comunica ao Quartel-General:
- Missão Cumprida!
Mais uma manhã feliz!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Ginástica em família
Um dia quando eu estava na escola, os familiares tinham que ir à minha escola fazer ginástica.
E, então, foi lá a minha tia.
Jogámos ao mata-piolho e foi muito divertido!
Texto e foto: Gabix
terça-feira, 7 de junho de 2011
Pezinho de dança
Ao espectáculo referido no artigo que se transcreve, tiveram a honra de assistir Rutix e Muhipiti. De novo se destacou Lucilix, mostrando mais uma faceta dos seus diversificados talentos artísticos.
"O dia 29 de Abril, dedicado a nível mundial à dança, foi de grande significado para os elementos do nosso Grupo de Danças e Cantares, pois teria lugar a sua primeira apresentação pública. São os primeiros passos, ainda inseguros, pois há muito para aprender e aperfeiçoar.
Porém, a aclamação surpreendeu pela positiva, deixando-nos todos mais tranquilos e felizes. Nasceu um novo grupo musical da nossa Universidade, composto por pessoas de espírito jovem que recusam a inatividade e assumem uma vida com otimismo e alegria.
Não sendo um grupo folclórico, nem etnográfico, este Grupo visa a expressão e divulgação da música tradicional portuguesa. Os trajes, em cuja confeção se integram alguns dos símbolos de Sintra e da sua serra, têm o verde como cor dominante e na barra da saia camélias, morangos, folhas de plátano e de hera, a lua, as chaminés do Palácio da Vila, o castelo, etc., numa homenagem à terra que nos acolhe. (...)"
Texto:"Novos Horizontes" Boletim da Associação Cultural da Terceira Idade de Sintra (ACTIS)
Foto: Muhipiti
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Encontro coral
A foto não faz jus à ocasião.
Foi um prazer estar presente no XIX Encontro de Grupos Corais de Reformados e Idosos do Concelho de Sintra, que decorreu esta tarde no Centro Cultural Olga Cadaval.
Nestes tempos de crise, FMI, pensões miseráveis e exclusão social, foi muito bom ouvir e ver tanta gente animada, activa, motivada, bonita e bem-humorada... ainda que nem sempre afinada.
O ambiente foi de festa e de confraternização, num despique amigável de talentos musicais. Um verdadeiro encontro imediato de terceira idade.
Senti-me rejuvenescida, não só por ser das pessoas mais jovens do auditório (a mais velha tinha 98 anos) mas também porque do reportório faziam parte algumas músicas da minha infância: as que cantávamos no recreio da escola, as que ouvíamos aos avós ou as que passavam vezes sem conta na TV, naqueles programas musicais revivalistas que éramos obrigados a ouvir quando só havia, em casa, um aparelho com dois canais.
Alguns presidentes de junta e vereadores do concelho de Sintra aproveitaram a oportunidade para passarem algumas horas fora do escritório. Esperemos que por uma boa causa: a de criar condições para proporcionar aos reformados e idosos do concelho uma terceira idade digna e activa.
Uma nota especial para a participação do Grupo Coral da Associação Cultural da 3º Idade de Sintra que contou com o talento particular da nossa Lucilix.
terça-feira, 12 de abril de 2011
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