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quarta-feira, 27 de junho de 2012

India no seu melhor


Não resisti a tomar de empréstimo da net estas fotos de uma Índia que já traz saudades e onde, pelos istos, as Havaianas são um bem bem cobiçado...


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

The Barefoot University

No coração do Rajastão, existe uma escola extraordinária.

The Barefoot University nasceu, em 1986, do espírito inovador de um indiano, cuja educação "elitista, cara e snob" não o impediu de querer viver e trabalhar numa aldeia da Índia rural.


Bunker Roy criou uma universidade a pensar na educação dos que vivem com menos de 1 dólar por dia. Uma escola onde os professores são alunos e os alunos professores, onde os graus académicos são renegados a favor do engenho manual; onde as crianças aprendem a democracia e os adultos descobrem como construir um futuro sustentável.


Homens e mulheres, na maioria analfabetos, tornam-se engenheiros solares, dentistas, professores e médicos, e assim contribuem para o desenvolvimento das suas próprias comunidades. Esta filosofia, baseada na vida e no trabalho de Mahatma Ghandi, depressa se espalhou por toda a Índia e hoje já se estendeu ao Butão, Afeganistão, Serra Leoa e Gambia.


Vale a pena ouvir Bunker Roy falar sobre esta história de amor. Ficamos a conhecer uma Primeira-Ministra com 12 anos, uma avó que se torna dentista e uma tecnologia muito especial de impermeabilizar telhados, que as mulheres nunca transmitem aos homens. 
Par ver, aqui.

Fotos: Muhipiti. Agricultores, comerciantes e artífices do Rajastão. Índia, Novembro de 2010.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Recordações da Índia - The End

E, lá deixámos Goa, onde as marcas da presença portuguesa ainda são bem visíveis.
Foto: Muhipiti. Índia, 2010

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Recordações da Índia XXIV

Se quiser na praia andar
Petiscar, correr, nadar
Quando ao resort voltar
E, antes mesmo de entrar
Tem de o pezinho lavar

Foto: Muhipiti. Índia 2010

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Recordações da Índia XXIII

Nas praias de Goa, em boa cãopanhia.....
... e em cãomunhão com a natureza.

Fotos: Rutix. Índia, 2010

terça-feira, 12 de abril de 2011

Recordações da Índia XXII


E, ao fim de três cansativas semanas, chegámos finalmente a Goa.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Recordações da Índia XXI

Pesarosos iam os pés que suportavam os corpos a que pertenciam estas mãos.
As viúvas do Maharajá Man Singh, a caminho da pira funerária em que cometeriam o obrigatório sati, deixaram a impressão das suas mãos na parede do Forte Mehrangarh, em Jodhpur.

Foto: Muhipiti. Índia, 2010.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Recordações da Índia XX

Pézinhos quase descalços no extraordinário templo de Ranakpur, o esplendor máximo da arquitectura eclesiástica jainista.
O jainismo é uma religião praticada essencialmente por pequenas comunidades urbanas e mercantis endinheiradas, o que explica a riqueza deste colossal bordado de mármore.
O complexo de Ranakpur é constituído por duas estruturas: o templo principal – Chaumukha – e o templo do sol. A sua construção decorreu entre finais do século XIV, princípios do século seguinte.
As quatro fachadas de Chaumukha simbolizam a conquista dos quatro pontos cardeais e, consequentemente, do cosmos.
29 câmaras são sustentadas por 1,444 pilares; cada um esculpido a partir de um só bloco de mármore, cada um diferente dos demais, numa variedade decorativa estonteante.
Ficámos rendidas perante a criatividade e beleza deste local e deslumbradas com o jogo de luz e sombras proporcionado pelo sol serpenteando entre as colunas.
Outros pezinhos também passaram por Ranakpur. Relembre e saiba mais sobre o jainismo, aqui.

Fotos: Muhipiti. Índia, 2010

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Recordações da Índia XIX

Mais um monumento ao amor na cidade de Agra. Desta feita, um hino ao amor paternal.
O túmulo Itmad-Ud-Daulah’s, também conhecido como o "baby Taj" foi mandado erigir, em 1628, por Noor Jahan, rainha de Jahangir, para o seu pai,  Mirzā Ghiyās Beg (avô de Mumtaz Mahal).
Os motivos escolhidos para ornamentar as paredes de mármore deste mausoleu revelam um gosto muito feminino, diferente do normalmente encontrado em outros monumentos do período mugal, razão pela qual Itmad-Ud-Daulah’s é também conhecido como "a caixinha de jóias".

Foto: Rutix. Índia, 2010

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Recordações da Índia XVIII

Relaxando em Rathambore.
O Sher Bagh revelou-se um óasis, onde nos sentimos verdadeiramente de férias.


No segundo dia, a chuva caiu, ininterrupta, ribombando sem piedade no tecto de lona.
Deixou no ar o cheiro apaziguador da terra molhada.

De noite, as conversas crepitavam como as achas na fogueira, ao ar livre ou na lareira da ampla e confortável sala de convívio.


E partimos em jeeps na senda dos grandes felinos. 

 Será que os encontrámos?

Fotos: Muhipiti. Índia, 2010

terça-feira, 29 de março de 2011

Recordações da Índia XVI

Rutix, Tulsie e Baboo. O princípio de uma breve mas bonita amizade.

Foto: Rutix. Índia, 2010

sexta-feira, 25 de março de 2011

Recordações da Índia XV

Rutix em Goa
Ao passear pela praia, a princesa encontra uma lâmpada.
Apanha-a e examina-a contra a luz forte do sol.
“Porque não?!”, pergunta-se e começa a afagar a lâmpada com a ponta do seu pareo azul com golfinhos pintados a branco.
Primeiro lenta, depois freneticamente, a princesa fricciona a lâmpada como se disso dependesse a sua vida.
Ao fim de 15 minutos..... puff!!
A lâmpada parte-se, deixando a princesa sozinha na praia,  com o pulso deslocado, vendo os estilhaços sendo engolidos pelo mar.

Foto: Muhipiti. Índia, 2010.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Recordações da Índia XIV

Um dos momentos mais ansiosamente esperados acabaria por tornar-se numa ocasião triste e opressiva.
A subida de elefante ao Amer Fort, em Jaipur, foi pavorosa!
Tão longe dos momentos tranquilos e pachorrentos do safari em Chitwan.
Mais do que os vendilhões de banha da cobra, dos paparazzi pé de chinelo, ou dos mahout pedidndo baksheesh, o que mais me incomodou foi presenciar a maneira abusiva e agressiva com que os elefantes eram tratados. Com feridas e aspecto miserável, lá se arrastavam carreiro acima, carreiro abaixo, quase atropelando-se uns aos outros nas estreitas passagens. 
Muhipiti no Amer Fort
Um momento que preferiria não ter vivido e que gostava de esquecer.

Fotos: Muhipiti. Índia, 2010.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Recordações da Índia XIII

Vista sobre Udaipur a partir do Lake Palace Hotel
Foto: Muhipiti. Índia, 2010.

terça-feira, 22 de março de 2011

Recordações da Índia XII

Pés de pedra no complexo de templos de Khajurao.

Fiquei sem palavras perante a beleza deste local.Vou tentar encontrar algumas para o OMPPM.
Entretanto, recorro às de Moravia, que descreve as esculturas de Khajurao como "obras de arte em que a beleza ficou aprisionada para sempre".

Fotos: Muhipiti. Índia, 2010

domingo, 20 de março de 2011

Recordações da Índia XI

Mesmo velado pela bruma, estar na presença do Taj Mahal foi uma experiência emocionante e inesquecível!
Ir à Índia e não ver este magnífico e imponente edifício é como.... bem.... como ir à Índia e não ver o Taj Mahal.

Foto: Muhipiti. Índia 2010.


sexta-feira, 18 de março de 2011

Recordações da Índia X

Foram muitos os pedidos em jeito de desafio e não nos fizemos rogadas. Pézinhos no Ganges, pois então!

Muhipiti em Varanasi

Ofertámos pezinhos e flores à mãe Ganges, na esperança de alguma graça divina.
Sempre há quem seja mais garganeira e peça a dobrar...

Rutix em Varanasi



Pés sujos, alma lavada, navegámos num barquinho. 
Afastámo-nos da margem para melhor apreciarmos o que aí se vivia.
Fotos: Muhipiti. Índia, 2010

quarta-feira, 16 de março de 2011

Recordações da Índia IX

Quase deitadas no chão, em Fatehpur Sikri.
Mandada construir pelo imperador Jalaluddin Muhammad Akbar, foi a capital do império Mughal entre 1570-1585, altura em que foi abandonada devido à escassez de água.
Foto: Muhipiti

terça-feira, 1 de março de 2011

Recordações da Índia VIII

Ídolo sem pés de barro
Foto: Muhipiti. Algures na Índia, 2010.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Recordações da Índia VII

O que sempre quis saber sobre camelos mas nunca tive coragem de perguntar, aprendi na Camel Breeding Farm, nos arredores de Bikaner:
- têm uma longevidade média de 25 anos
- o período de gestação é de 15 meses
- cada fêmea gera apenas uma cria (por gravidez)
- a cria fica com a mãe até aos 2 anos
- o camelo é domesticado entre os 2 e os 4 anos
- aos 4 anos, a cria torna-se adulta

Antes disso, quando ainda era uma miúda, aprendi que os camelos aguentam imenso tempo sem beber.
Estava escrito num prato de loiça que enfeitava a adega do meu avô e nunca me hei de esquecer:
 "O camelo é o animal que mais tempo aguenta sem beber.
 Não sejas camelo"!

Foto: Muhipiti. Bikaner. Índia, 2010