sábado, 27 de agosto de 2011

Pé de meia

Sapatinho ideal para guardar o pé de meia.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Parabéns EM

Os homens deixaram de ter tempo para conhecer o que quer que seja. Compram as coisas já feitas aos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens deixaram de ter amigos. “

Texto de “O Principezinho” de Antoine de Saint-Exupéry



Os nossos pés na Rosa dos Ventos, Maio 2011


É muito bom desejar-te os Parabéns há vinte e muitos anos :-)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Brincar com a Lua

Aos 15 aninhos, tudo é possível. PARABÉNS, sobrinho!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O Nosso Verão-inator

104 dias que fazem as Férias
E a escola acaba com elas
Mas o grande problema que todos vivemos
É saber como aproveitá-las
Phineas, Ferb, Candace, Jeremy, Dr. Doofenschmirtz  e Perry ornintorrinca
(Nós vamos:)

Andar no espaço
Lutar com uma múmia
Ou a torre Eiffel vais escalar


Achar uma coisa que não exista
Ou pôr um macaco a brilhar




Surfar em maremotos
Criar aerobots
O Frankanstein dissecar

Encontrar um dodó
Pintar um continente
E pôr a irmã a gritar

 É bom de ver há tanto a fazer
A escola está a começar

Fiquem aí porque o Phineas e o Ferb tudo vão experimentar
Fiquem aí porque o Phineas e o Ferb tudo vão experimentar

(Mãe, o Phineas e o Ferb cantaram a canção de abertura!!!!!)


Num Disney Channel perto de si...

E vocês?  "Estão a fazer o quê?!"

A nossa preciosa água


Integrada do Festival de Oceanos de 2011, está em Belem, uma exposição de fotografia de repórteres premiados pela National Geographic, cujo tema é “A nossa preciosa água”.

Transcrevo um excerto do que li: “ Embora o nosso mundo esteja coberto de água, mais de 97% desta é salgada. 2 % constituem água doce presa em neve e gelo, deixando menos de 1% para o consumo humano”....Dá que pensar!



quarta-feira, 10 de agosto de 2011

“As estrelas são bonitas por causa de uma flor que não se vê”

Andava com vontade de reler o Principezinho mas ia sempre adiando.

Quando li o post da minha amiga G decidi que era agora.

É sem duvida dos livros mais doces que já li.

Para acompanhar alguns dos mais bonitos excertos lembrei-me desta fotografia que tinha em arquivo



Fotografias de RCC, Figueira de Castelo Rodrigo, Junho 2010


“Amar uma flor de que só há um exemplar em milhões e milhões de estrelas basta para uma pessoa se sentir feliz quando olha para o céu.”

“-Não fui capaz de entender nada. Devia tê-la avaliado não pelas palavras mas sim pelos actos. Ela perfumava-me e dava-me luz! Eu nunca devia ter fugido! Devia ter sido capaz de adivinhar toda a ternura escondida por detrás daquelas pobres manhas. As flores são tão contraditórias!...”

“-Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante”

Textos de “O Principezinho” de Antoine de Saint-Exupéry

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Cuidados de outros tempos

Passeando pelas ruas de Toulouse, descobrimos umas curiosas placas metálicas presas nas paredes dos prédios, ao lado das portas.
O que é? O que não é?


Alguém se lembrou (e muito bem) que seriam para limpar os sapatos e surgiu mais um momento Feetbook a la française.

Enquanto prosseguíamos caminho, surgiu, do fundo da minha memória, a recordação de ver algo semelhante ao lado da porta da casa dos meus avós. Lembrei-me de uma plaquinha metálica presa ao chão onde eu, em menina, gostava de esfregar os sapatinhos antes de entrar, mesmo que eles não estivessem sujos.

Ninguém se lembrava de ver tal coisa em Lisboa ou arredores. Para meu espanto, ali em Toulouse, também eu não me consegui lembrar se essa plaquinha ainda existia e se era comum na zona onde viviam os meus avós.

No regresso a casa, lá fui ver se a plaquinha ainda estava à porta do prédio onde ainda hoje mora a minha avó. E está! Ou, melhor, estão. São duas, uma de cada lado. Percorri a praceta e a rua adjacente, em busca de mais exemplares, mas em vão.
Ao comentar o estranho caso dos “limpa-pés” com a minha avó, fiquei ainda mais surpreendida. As duas que nos recebem à entrada, em semiobscuridade, foram mandadas fazer pelo meu avô, há mais de 40 anos, quando poucas eram as ruas já alcatroadas.

Uma recordação de família, passada para a nova geração.

Fotos: Muhipiti e Rutix.